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MEI vs Simples Nacional 2026: qual é melhor para você?

Simule os impostos de cada regime com base no seu faturamento e descubra qual opção economiza mais para o seu negócio.

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MEI vs Simples Nacional: diferenças principais

Critério MEI Simples Nacional (ME)
Limite de faturamento R$ 81.000/ano Até R$ 360.000/ano
Forma de tributação Valor fixo mensal (DAS) Alíquota % sobre faturamento
Imposto mensal (ex: R$ 5.000) R$ 82–87 (fixo) ~R$ 300–400 (variável)
Máximo de funcionários 1 funcionário Sem limite específico
Emissão de nota fiscal Permitida Permitida
Obrigações contábeis Mínimas (DASN anual) Contabilidade mensal obrigatória
Custo de contador Não obrigatório Obrigatório (~R$ 200–500/mês)
Aposentadoria por invalidez Incluída Incluída
Acesso a crédito (CNPJ) Facilitado Facilitado
Atividades permitidas Lista restrita (CNAES) Muito mais amplo
Sócio permitido Não Sim
Complexidade administrativa Muito baixa Moderada

Entenda os regimes

Quando vale a pena sair do MEI para o Simples Nacional?

O MEI é ideal para quem está começando, tem faturamento baixo e quer simplicidade máxima. O imposto fixo é uma vantagem enorme: você sabe exatamente quanto vai pagar por mês, independente de quanto faturou.

O Simples Nacional para Microempresa (ME) faz sentido quando o faturamento ultrapassa — ou está perto de ultrapassar — R$ 81.000 por ano, quando a atividade não está na lista do MEI, ou quando há necessidade de mais de um funcionário.

A desvantagem do Simples é o custo adicional: além dos impostos percentuais, é obrigatório ter contador, o que representa entre R$ 200 e R$ 500 por mês a mais de despesa fixa.

Regra prática

Como decidir sem erro

Se o seu faturamento mensal é inferior a R$ 5.000 e sua atividade está na lista do MEI, permaneça como MEI. A economia de impostos do Simples não compensa o custo do contador e a burocracia adicional.

Se o faturamento está entre R$ 5.000 e R$ 6.750 por mês (perto do limite anual de R$ 81.000), comece a planejar a migração com antecedência — evita o desenquadramento forçado e as multas associadas.

Acima de R$ 6.750 por mês, a migração para o Simples Nacional é necessária. Nesse caso, o custo do contador deve ser incluído na sua planilha de custos fixos desde já.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre MEI vs Simples Nacional

O MEI é uma categoria especial dentro do Simples Nacional, com regras simplificadas. O MEI paga valor fixo mensal, tem limite de R$ 81.000/ano e pode ter 1 funcionário. O Simples Nacional para ME permite até R$ 360.000/ano, mais funcionários e acesso a mais atividades, mas paga alíquotas percentuais sobre o faturamento e exige contador.
Para faturamentos baixos, sim — o MEI é mais barato por ter valor fixo. No Simples, os impostos são percentuais sobre o faturamento. Para serviços, a alíquota começa em 6% (Anexo III ou V). Com faturamento de R$ 5.000/mês, você pagaria ~R$ 300 no Simples contra R$ 86 no MEI. Além disso, o Simples exige contador (R$ 200–500/mês a mais).
Quando o faturamento se aproxima de R$ 81.000/ano, quando a atividade não é permitida para MEI, ou quando precisa de mais de 1 funcionário. A migração deve ser planejada com antecedência — o desenquadramento forçado por excesso de faturamento pode gerar impostos retroativos.
Não é possível retroagir para MEI uma vez que a empresa migrou para ME no Simples Nacional. A única forma seria encerrar o CNPJ atual e abrir um novo como MEI — o que não é recomendado por implicações fiscais e perda de histórico empresarial. Por isso, planeje bem antes de migrar.
Sim. O MEI pode emitir nota fiscal de serviços (NFS-e) ou de produtos (NF-e), dependendo da atividade. A emissão de nota não gera impostos adicionais para o MEI — o DAS já cobre todas as obrigações tributárias. Alguns municípios exigem inscrição no ISSQN municipal para emitir nota de serviços.